De onde vem o dinheiro
Alguns dos operadores de jogo online apresentados neste site são nossos parceiros comerciais. Quem paga é o operador, não o leitor. Os critérios de avaliação estão publicados em página própria.
Não há eufemismo possível: este site é financiado por quem também é objecto das suas análises. É por isso que a página seguinte importa mais do que esta.
O tascacasino.com analisa casinos online para leitores em Portugal, incluindo operadores com licença emitida pelo SRIJ e operadores com licença emitida por reguladores de outros países, porque ambos são o que um leitor daqui encontra. Não aceitamos apostas, não guardamos dinheiro e não abrimos contas de jogador.
O que a comissão não compra
- A nota. A pontuação sai dos seis critérios da página de metodologia, com os pesos fixos que lá estão. Nenhum operador tem forma de a alterar por via comercial.
- A ordem das listas. As listagens ordenam-se por nota ou pelo critério indicado no topo da lista, não por valor de comissão.
- O direito de ler antes. Nenhum operador vê um texto antes da publicação nem tem poder de veto sobre o que lá está.
- O silêncio sobre um problema. Levantamento atrasado, condição de bónus abusiva, apoio que não responde — entra no texto, exista ou não acordo em vigor.
Quando um operador com quem temos acordo comercial falha um teste, a nota desce e o texto explica porquê. Já perdemos programas por causa disso e é um custo que aceitamos, porque a alternativa custa mais: um site cujas notas se compram deixa de valer o tempo de quem o lê.
Como escolhemos quem analisar
A lista de candidatos vem do que um leitor em Portugal encontra: as marcas na lista de entidades licenciadas do SRIJ, as marcas com presença forte em pesquisa e recomendação, e operadores licenciados noutros países que aceitam registos de residentes. Analisamos independentemente de existir programa de afiliação, e há textos publicados sobre marcas que não nos pagam nada.
Em cada análise identificamos quem emitiu a licença, o número dela e os tipos de jogo autorizados, porque há operadores autorizados para apostas desportivas e não para jogos de fortuna ou azar. Quando não existe licença de regulador nenhum, dizemo-lo e não publicamos ligação comercial para esse operador.
A linha que não passamos
Promover operadores sem qualquer licença não é uma questão de gosto editorial. Em dezembro de 2024, o Ministério Público abriu inquérito a dezassete figuras públicas e criadores de conteúdos por publicidade a operadores de jogo online não licenciados em Portugal, feita em vídeos e através de ligações de afiliado, na sequência de queixa-crime apresentada por uma associação de apoio a jogadores. O RJO criou o crime de exploração ilícita de jogos e apostas online, punível com pena de prisão até cinco anos ou multa até 500 dias, e quem promove essa exploração entra no perímetro do problema.
A publicidade ao jogo tem ainda limites próprios no artigo 21.º do Código da Publicidade: tem de ser socialmente responsável, não pode apelar à obtenção fácil de ganho nem sugerir sucesso ou êxito social por efeito do jogo, não pode dirigir-se a menores nem usá-los na mensagem, e é proibida a menos de 250 metros em linha recta de escolas. Esse último número é o que mais gente desconhece, e vale para cartazes tanto como para qualquer outro suporte físico.
O que isto lhe custa
Nada. O bónus, os termos e as condições que encontra depois de clicar são os mesmos de quem chega ao operador escrevendo o endereço no navegador. A comissão sai da margem do operador, não do saldo do jogador.
Não sabemos quem é o leitor, quanto depositou nem o que jogou: aquilo que nos chega são totais. A política de cookies descreve os cookies utilizados e a duração de cada um.
Onde mais isto está dito
O rodapé de todas as páginas indica que o site é remunerado por afiliação. As análises onde exista ligação comercial estão sujeitas a esta mesma política, e esta página é a versão longa. Não colocamos o aviso dentro de selos de confiança nem no meio dos textos — a informação comercial fica onde quem a procura a vai buscar.
Se encontrar uma incoerência
Se uma nota lhe parecer generosa de mais, escreva para [email protected] com a página e o ponto concreto. Se o problema for real, corrigimos e a correção fica datada no texto. Se não for, explicamos em que dados a pontuação assentou. Propostas comerciais seguem para [email protected] e não passam pela redação.